
(OPINIÃO)
As Organizações Globo odeiam pobre e, por conseqüência, o governo Lula (atende aos empresário e, também, aos pobres).
Leia Duas faces da mesma moeda: ‘Globo’ e ‘Folha’ dão versões diferentes à pesquisa, sobre o Bolsa Família.
O Ipea mostrou esta semana como o governo Lula melhorou, irrefutavelmente, a vida dos pobres (a dos ricos também).
Leia os dados direto da fonte.
Eis o levantamento do jornalista Paulo Henrique Amorim:
> Entre 2003 e 2007 – dentro do Governo Lula – o aumento da renda dos 10% mais pobres da população foi de 22%.
> Dos 10% um pouco menos pobres da população, o aumento da renda foi de 30 % !!!
> Dos 10% acima, portanto, um pouco melhores, o aumento da renda, no Governo Lula, foi de 16%.
> Enquanto isso, o aumento da renda dos 10% mais ricos foi de 5%.
> Dos 10% um pouco menos ricos, o aumento foi de 6%.
> Quer dizer, no Governo Lula, a renda dos mais pobres cresceu muito mais do que o aumento da renda dos mais ricos, embora a renda dos mais ricos tenha subido, também.
De acordo com Amorim, “não faz sentido, portanto, o mito de que há um ‘estrangulamento’ da classe média”.
Para o jornalista, o estudo do IPEA mostra também que “o retorno do crescimento econômico, marcadamente desde 2004, teve (…) efeitos benéficos sobre o mercado de trabalho. Houve crescimento do pessoal empregado, (…), elevação do numero de carteiras assinadas e um bom crescimento da massa salarial real (acima da inflação)’.” E conclui: “Por tudo isso, a renda se distribuiu melhor, no Governo Lula”.
Diminuiu a distância entre ricos e pobres. O levantamento mostra que “os rendimentos dos trabalhadores estão quase 7% menos desiguais.”
Segundo o economista Marcio Pochmann, em entrevista a Amorim, ”até 2010 [fim do mandato do presidente Lula], o índice de Gini, que mede a desigualdade de renda, deve chegar ao melhor numero desde 1960″.
E explica Paulo Henrique Amorim: “É por isso que a elite branca [representada pelas Organizações Globo] está aflita, (…) porque os números do Governo Lula demonstram a fragilidade do programa dos conservadores brasileiros”.
O jornalista (que enquanto esteve na TV Globo cobriu economia) diz que Fernando Henrique Cardoso ”aplicou a receita dos neoliberais, quebrou o Brasil três vezes, se reelegeu porque o presidente Clinton mandou o FMI dar uma grana para segurar a cotação do Real, e agora, no PiG [Partido da Imprensa Golpista, como chama a imprensa], se apresenta como o iluminado que concebeu o teorema de Pitágoras e a Ciência Econômica…”
E aponta que a saída ”para a elite e seus estafetas é bater na clave da ‘corrupção’”, e provoca: “Aquelas roubalheiras como as da Alstom e as do Detran do Rio Grande do Sul”.
Amorim lembra as informações do “Destaque Diário” de 20 de junho de 2008, do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, sob a batuta de Octavio de Barros. “A construção civil cresceu 8,8% no primeiro trimestre de 2008. É o maior avanço desde 2004″.
Segundo o newsletter do banco, há uma “forte expansão do emprego … e elevação dos salários em ritmo superior à expansão média [da economia]. Em maio, foram criadas 29 mil vagas de trabalho na construção civil, com carteira assinada.” , o que representa o acréscimo de 108% (!!!) em relação a maio de 2007.
A construção civil é a atividade que mais cria empregos formais: nos cinco primeiros meses de 2008, a geração liquida de empregos formais na construção civil foi de 103%.
Leia também o artigo do professor da USP Bernardo Kuciski para a “Agência Carta Maior”.
[...] O porquê da Globo odiar Lula e pobre [...]
[...] O porquê da Globo odiar Lula e pobre (Por Nonato Viegas) [...]