“Conversa Afiada” e “Último Segundo”, do IG, reproduzem a conversa entre Luiz Eduardo Greenhalgh -ex-deputado, pelo PT, e advogado de Daniel Dantas- e Willian (falava de um celular da Secretaria de Administração da Presidência da República) flagrada nas escutas da Polícia Federal.
Na conversa, Willian pergunta sobre “esse negócio da Alstom em São Paulo”. Greenhalgh responde que “o pessoal do metrô treme de medo desse assunto”.
Segundo o jornalista Paulo Henrique Amorim, Luiz Eduardo Greenhalgh jantou na véspera com um ex-cunhado, engenheiro do Metrô de São Paulo.
Ainda na conversa, o ex-deputado diz que tinha um pessoal que estava no metrô há vinte anos, mas, com esse acordo com o [Orestes] Quércia, “ta dando uma volta”. É quando Greenhalgh diz que o problema da Alstom está ligado ao assunto da “Cristiane von Richthofen [Suzane von Richthofen]… aquela”.
Willian confirma que entendeu quem era: ”Aquela menina que matou o pai”.
O pai da Richthofen trabalhava no metrô, na Dersa. “O pai dela … o que morreu,” explica o ex-deputado, “ parece que era caixa do PSDB, é um p… dum rolo …”.
Ainda de acordo com as gravações, Willian responde entusiasmado: “[inaudível] vai acabar a candidatura do Alckmin …”
O “Conversa Afiada” publica que Greenhakgh “ouviu o galo cantar, mas não sabe onde. O pai da Suzane trabalhava na Dersa. A Dersa constrói o Rodoanel. A Alstom está no Rodoanel”.
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