Dilma e Serra empatados

ESTADÂO


Yeda tem vitória na Assembleia Legislativa gaúcha

Reprodução:  FENAJ

Amanhã, terça-feira, 18 de maio, a Assembléia Legislativa do RS aprecia o veto da governadora Yeda Crusius (PSDB) à obrigatoriedade do diploma em Jornalismo para o exercício da profissão no serviço público estadual. O projeto de lei vetado pela governadora foi aprovado pelos deputados gaúchos por unanimidade, no ultimo mês de março.

Vamos pressionar os parlamentares do RS a derrubarem o veto e confirmarem a obrigatoriedade da formação. Abaixo a lista de todos os deputados e seus e-mails.

Envie já uma mensagem a cada um deles, lembrando que a formação superior específica para o exercício da profissão é um instrumento para defender a qualidade, a democracia e a ética no Jornalismo. Por isso, é uma exigência de toda a sociedade brasileira.

Em Porto Alegre, além das mensagens, os jornalistas, professores e estudantes de Jornalismo, os apoiadores do nosso movimento estão convidados a assistirem à sessão da AL que apreciará o veto, como forma de pressão. Diretores da FENAJ e do Sindicato dos Jornalistas do RS também estarão presentes.

Deputados
Partido
Site
Página Pessoal
E-mail
Abílio dos Santos
PTB
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Adão Villaverde
PT
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Adilson Troca
PSDB
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Adolfo Brito
PP
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Adroaldo Loureiro
PDT
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Alberto Oliveira
PMDB
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Alceu Moreira
PMDB
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Alexandre Postal
PMDB
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Aloísio Classmann
PTB
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Berfran Rosado
PPS
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Carlos Gomes
PRB
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Cassiá Carpes
PTB
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Ciro Simoni
PDT
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Daniel Bordignon
PT
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Dionilso Marcon
PT
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Edson Brum
PMDB
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Elvino Bohn Gass
PT
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Fabiano Pereira
PT
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Francisco Appio
PP
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Francisco Pinho
DEM
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Frederico Antunes
PP
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Gerson Burmann
PDT
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Gilberto Capoani
PMDB
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Gilmar Sossella
PDT
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Giovani Cherini
PDT
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Heitor Schuch
PSB
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Iradir Pietroski
PTB
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Ivar Pavan
PT
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Jerônimo Goergen
PP
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
João Fischer
PP
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Kalil Sehbe
PDT
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Leila Fetter
PP
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Luciano Azevedo
PPS
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Luis Augusto Lara
PTB
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Luiz Fernando Záchia
PMDB
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Mano Changes
PP
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Márcio Biolchi
PMDB
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Marco Alba
PMDB
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Marisa Formolo
PT
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Marquinho Lang
DEM
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Miki Breier
PSB
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Nélson Härter
PMDB
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Nelson Marchezan Jr.
PSDB
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Paulo Azeredo
PDT
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Paulo Borges
DEM
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Paulo Brum
PSDB
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Paulo Odone
PPS
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Pedro Pereira
PSDB
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Pedro Westphalen
PP
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Raul Carrion
PC DO B
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Raul Pont
PT
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Ronaldo Zülke
PT
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Silvana Covatti
PP
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Stela Farias
PT
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal
Zilá Breitenbach
PSDB
Informações Institucionais
Não Existe Página Pessoal

Número de Deputados: 55

Armando Nogueira, um sedutor irresistível

Por Eliakim Araújo, do Direto da Redação

Como jornalista, Armando Nogueira foi um excelente poeta e um prosista de texto refinado. Entrou no jornalismo da TV Globo em 1966, quando o golpe militar estava ainda fresquinho, e lá ficou até 1990, quando o novo presidente, Fernando Collor, convenceu Roberto Marinho a promover Alberico Souza Cruz ao posto máximo do jornalismo global, não que tivesse qualquer objeção a Armando, simplesmente porque precisava premiar o amigo Alberico que teve participação decisiva na edição do debate presidencial e ainda palpitou nos programas especiais que transformaram Collor no indômito “caçador de marajás”.

Armando não foi demitido, pior que isso, sofreu uma “capitis diminutio”. Foi “promovido” a assessor especial da presidência, o que a plebe chama carinhosamente de “aspone”. Dedicou-se então ao jornalismo esportivo, onde, aí sim, foi um verdadeiro mestre da palavra escrita e falada. Fui revê-lo anos mais tarde apresentando um programa de esportes num dos inúmeros canais a cabo da Globo.

De Armando, pessoalmente, guardo duas passagens. Eu estava há menos de um ano à frente do Jornal da Globo quando cruzamos no corredor onde ficava a redação do Globo Repórter. Ele me parou e disse: “olha, eu quero te cumprimentar porque desde Heron Domingues não aparecia aqui um apresentador como a mesma naturalidade dele”. Heron era o ícone de toda uma geração de telejornalistas e ser comparado a ele era um elogio e tanto que elevou meu ego às alturas. Hoje, honestamente, não sei se foi sincero ou apenas uma frase de efeito com a qual seduzia todos que estavam entrando no império global.

Doutra feita, estava eu no Eng, a sala da técnica que comanda a transmissão dos telejornais, quando alguém me chamou ao telefone. Era o Armando: “Tenho uma boa notícia para lhe dar, a partir de agora você vai passar a ganhar cinco mil cruzeiros por mês”. Entre surpreso e curioso, rebati de primeira: “e o que é que vocês vão querer em troca?” Armando ficou visivelmente decepcionado com minha reação, esperava talvez um emocionado agradecimento de quem ganhava dois mil cruzeiros. Ora, pensei naquele momento, onde já se viu um patrão mais que dobrar o salário do empregado sem um motivo especial? Depois se esclareceu que eu, e todos os demais apresentadores, perdiam ali o status de funcionários da Globo e passavam a Pessoa Jurídica com contrato de firma. Na época uma novidade, hoje uma prática comum no mercado televisivo.

Mas apesar de todas as virtudes de Armando, cantadas em prosa e verso nos depoimentos de personalidades das artes, da política e do jornalismo, não dá pra esquecer que ele esteve à frente do jornalismo mais comprometido do Brasil: o que foi praticado pela Globo durante os anos da ditadura militar. O JN era conhecido como “o porta-voz do regime”. As ordens que emanavam dos governos militares eram obedecidas sem questionamento. Não me lembro, sinceramente, de ter visto por parte dos profissionais da Globo alguma tentativa de desobediência ou de driblar a censura, como fez por exemplo o Jornal do Brasil, que saiu com aquela capa histórica no dia seguinte à decretação do AI-5, 13 de dezembro de 68, iludindo os militares fardados que ocuparam as redações assim que terminou a leitura do ato discricionário.

Eu estava na TV Globo durante o primeiro mandato de Leonel Brizola à frente do governo do Estado do Rio. Entrei em maio de 83, pouco depois da posse do novo governo, e o jornalismo da Globo passava por uma grave crise de credibilidade, com seus repórteres e carros ameaçados nas ruas pela população. Pesava sobre a emissora a acusação de, junto com a Proconsult, empresa contratada pelo TRE para apurar os votos da eleição direta para governador do Estado, em 1982, tentar fraudar o resultado para dar a vitória a Moreira Franco, o candidato do regime militar, apoiado pela família Marinho. Por engano ou má-fé, a emissora divulgava números que não refletiam a verdade da apuração.

Em 1984, no episódio das Diretas Já, onde atuei como narrador em off no comício da Candelária, no Rio, a postura da Globo foi a de ignorar por completo os movimentos populares que cresciam em todo país. Mas não bastava ignorar, era proibido usar a palavra “diretas” em qualquer situação, mesmo como notícia, contra ou a favor. Até que a pressão popular tornou-se irresístivel e a emissora foi obrigada a render-se ao apelo da população brasileira.

Em 1989, no segundo e último debate entre Collor e Lula nos estúdios da TV Bandeirantes, no Morumbi, quando eu tinha acabado de deixar a Globo e estava lá representando a Manchete, observei que Lula estava visivelmente cansado e abatido. Além do esforço da reta final da campanha, ele tinha sido acusado no programa de Collor por uma ex-namorada, Mirian, de tentar convencê-la a abortar uma criança (a filha dele, Lurian). Depois se soube que a estratégia (financeira) de colocar a enfermeira Mirian no foco da mídia a três dias da votação partiu de Leopoldo, o irmão de Collor e muito amigo dos Marinho. A família Collor é dona da emissora que retransmite a programação da Globo em Alagoas. Toda essa lembrança histórica é para dizer que Lula foi mal naquele segundo debate, mesmo assim a Globo, na edição da matéria, destacou os melhores momentos de Collor e os piores de Lula.

Os que têm boa memória hão de se lembrar da severa campanha do Jornal Nacional contra o então ministro da Justiça do governo Figueiredo, Ibrahim Abi-Ackel, que ousou impedir a liberação de uma carga de equipamentos supostamente contrabandeados destinados à TV Globo. Durante várias edições, o JN acusou o ministro de envolvimento no contrabando de pedras preciosas, no qual Abi-Ackel não teve, comprovou-se depois, nenhuma participação. Mas pouca gente lembra disso. É provável até que os jovens executivos da Globo “desconheçam” o fato ou, se souberem, contem uma história diferente.

Armando Nogueira estava à frente do jornalismo em todos esses episódios nebulosos que narrei com absoluta fidelidade. De uma maneira ou de outra compactuou com esse tipo de jornalismo corporativo e subserviente.

Talvez tenha faltado em Armando a coragem de assumir sua responsabilidade como diretor de jornalismo da Globo que notoriamente era o braço da ditadura militar na mídia. Sua memória estaria resgatada para sempre se um dia ele tivesse contado toda a verdade, que apenas cumpria ordens que vinham do oitavo andar, mais precisamente da sala do Doutor Roberto. Armando, como eu e todos os que trabalharam na emissora nos anos de chumbo, fomos cúmplices do regime. Uns por total desinteresse político, outros por opção ideológica, outros ainda por necessidade profissional.

Deixo aqui minha homenagem ao Armando Nogueira, poeta, cronista e escritor de texto sensível. E um adjetivo que ainda não ouvi nos inúmeros depoimentos sobre ele: um sedutor irresistível.

Agora é possível?

Por Nonato Viegas

Depois de dizer, em agosto do ano passado “Lula não fará um sucessor”, Carlos Augusto Montenegro, do Ibope, diz não acreditar “que disse aquilo”, diante do crescimento de Dilma Rousseff (PT) nas pesquisas.

“Veja”, via Oscar Cabral, chegou a dizer que “Montenegro faz uma análise que o consagrará se acertar”. Agora, ao iG, por Tales Faria, diz que “deve haver algum engano [ao que disse]”.

À época, o dono do Ibope, no “Coisas de Política” do “Jornal do Brasil, falou também: “Tudo indica que Dilma Rousseff chegará ao final da campanha com cerca de 15% a 17% dos votos. O favorito continua sendo o governador de São Paulo, José Serra (PSDB)”.

Montenegro continuou: “E, se ninguém mais se projetar, é grande o risco de a eleição ser decidida no primeiro turno. O Ciro Gomes (PSB), por exemplo, sai com 14%, mas pode acabar com 6%, 5%, 4%.”

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Diocese de Bento 16 recebe “tsunami” de denúncias

Por Nonato Viegas

A arquidiocese alemã de Munique – que entre 1997 e 1982 foi presidida pelo hoje papa Bento 16 – está recebendo um “tsunami” de denuncias de abuso de menores praticados por membros da igreja, reveleu ontem a chefe da força-tarefa criada para previnir novos casos, Elke Huemmeler.

Diz Huemmeler que são 120 relatos, só nas últimas duas semanas.

Em 1980 um padre foi transferido, com o endosso de Bento 16 – então cardeal Joseph Ratzinger – para Monique, onde trabalharia com crianças, mesmo sendo suspeito de ter comitido abusos na cidade de Essen.

A arquidiocese diz que a decisão foi tomada por um auxiliar.

Os casos em Munique somam-se a diversos outros registrados em países europeus nas últimas semanas. Bento 16 divulga hoje carta aos fiéis na qual pedirá desculpas pelos abusos contra crianças.

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(Análise)

Por Catherine Joualt, do Vaticano, para “France Presse”

A “Carta Pastoral” de Bento 16 aos irlandeses – que o Vaticano divulgará no sábado (20) – representa o primeiro documento escrito por um papa sobre a pedofilia e confirma a vontade da igreja, nesta última década, de quebrar a barreira do silêncio, sustentam os vaticanistas.

A política do silêncio, aplicada durante décadas pelo Vaticano, foi acatada inclusive pelo então cardeal Joseph Ratzinger, hoje Bento 16, segundo denúncias da imprensa alemã que o acusam de ter hospedado, em 1980, em sua diocese de Munique, um sacerdote com antecedentes de abusos a crianças, para ser submetido à terapia.

O religioso foi transferido depois a uma paróquia sem que Ratzinger, a maior autoridade local, tenha sido informado, e voltou a transgredir.

O caso ilustra a atitude da hierarquia católica até que explodiram, em 2000, numerosos e graves escândalos de pedofilia nos Estados Unidos.

Em 2001, João Paulo 2º publicou um documento especial, um “motu propio”, qualificando o comportamento de “crime grave”, iniciando, assim, a ruptura com o passado.

O documento papal havia sido elaborado pelo então cardeal e teólogo Joseph Ratzinger, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé.

Entre as medidas adotadas e comunicadas pelo Vaticano estava a de convidar os bispos a afastarem imediatamente os padres denunciados por pedofilia.

“Nos últimos 15 anos vem sendo vivenciada uma verdadeira revolução na igreja”, explicou à AFP o vaticanista Marco Politi.

“A mudança é tão importante, que até o papa, hoje em dia, pede que se denunciem os casos”, acrescentou.

“Bento 16 arremeteu contra o fenômeno desde o início de seu pontificado, em 2005, quando ordenou ao padre mexicano Marcial Maciel, fundador dos Legionários de Cristo, que deixasse as celebrações religosas em público, depois de ter sido alvo de múltiplas acusações por abuso a menores seminaristas”, recorda John Allen, especialista americano em assuntos do Vaticano.

“O pontífice também se encontrou com as vítimas, durante viagens aos Estados Unidos e à Austrália”, destaca.

Casos

Os casos de pedofilia cometidos por padres aumentam a cada dia e afetam vários países e numerosas instituições que educam milhões de jovens em todo o mundo.

O desafio é também financeiro. A igreja americana pagou, em 2008, US$ 436 milhões em indenizações.

“A hierarquia da igreja está consciente, agora, de que não se pode guardar silêncio nem limitar-se a transferir o sacerdote culpado, sob o risco de cometer novas atrocidades”, sustenta outro especialista, Sandro Magister, na revista italiana “L’Espresso”.

Para o bispo italiano de Alessandria, Giuseppe Versaldi, “graças ao rigor” de Bento 16, as conferências episcopais de todo o mundo não temem que cheguem à luz as denúncias, colaborando com as autoridades penais para que os “culpados sejam punidos”.

“A carta aos católicos irlandeses será o primeiro documento oficial de um papa sobre a pedofilia na sociedade contemporânea”, destaca Marco Politi.

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Por Wagner Lemos

O papa Bento 16 admitirá em carta dirigida aos católicos irlandeses erros nas crescentes denúncias de abusos sexuais cometidos por padres. No entanto, negará que a Igreja seja cúmplice.

Bento 16 frisará que o Vaticano sempre condenou esse tipo de comportamento (pedofilia).

De acordo com “O Globo”, há cerca de 400 mil religiosos no mundo. Desses, o Vaticano pesquisou e encontrou cerca de 3 mil casos de padres supostamente envolvidos em escândalos de pedofilia.

A Rádio Vaticana vem abordando o assunto sem censura e sacerdotes também expressam suas revoltas em editoriais.

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