Arquivo da tag: Arena

Serra só responde o que quer

Por Nonato Viegas

O governo Lula financia “blogs sujos para patrulhamento de jornalistas” e usa dinheiro público para custear conferências que propõem a restrição da liberdade de imprensa.

A opinião é do candidato do PSDB à Presidência, José Serra, para quem o governo federal apoia o cerceamento da liberdade de imprensa e de informação.

“Lula investe diariamente no desequilíbrio do jogo. Boa parte desta estratégia não deixa de ser alimentada por recursos públicos. Boa parte desses blogs sujos são mantidos com recursos dessa TV Brasil, que não foi feita para ter audiência, mas para criar empregos na área de jornalismo e servir de instrumento de poder para um partido.”

No entanto, quando desceu da tribuna, não quis responder aos jornalistas.  Serra se recusou a responder perguntas de jornalistas sobre a suposta falta de oposição no Brasil e sobre quais são os blogs sujos a que se referira. “Alguma outra pergunta?”, limitou-se a dizer cada uma das três vezes em que foram feitos questionamentos incômodos a ele.

As declarações foram dadas no 8º Congresso Brasileiro de Jornais, promovido pela ANJ (Associação Nacional de Jornais), grupo comandado donos dos maiores jornais brasileiros.

Dilma também foi convidada. Falou por meia hora, três horas após o candidato tucano.

Armando Nogueira, um sedutor irresistível

Por Eliakim Araújo, do Direto da Redação

Como jornalista, Armando Nogueira foi um excelente poeta e um prosista de texto refinado. Entrou no jornalismo da TV Globo em 1966, quando o golpe militar estava ainda fresquinho, e lá ficou até 1990, quando o novo presidente, Fernando Collor, convenceu Roberto Marinho a promover Alberico Souza Cruz ao posto máximo do jornalismo global, não que tivesse qualquer objeção a Armando, simplesmente porque precisava premiar o amigo Alberico que teve participação decisiva na edição do debate presidencial e ainda palpitou nos programas especiais que transformaram Collor no indômito “caçador de marajás”.

Armando não foi demitido, pior que isso, sofreu uma “capitis diminutio”. Foi “promovido” a assessor especial da presidência, o que a plebe chama carinhosamente de “aspone”. Dedicou-se então ao jornalismo esportivo, onde, aí sim, foi um verdadeiro mestre da palavra escrita e falada. Fui revê-lo anos mais tarde apresentando um programa de esportes num dos inúmeros canais a cabo da Globo.

De Armando, pessoalmente, guardo duas passagens. Eu estava há menos de um ano à frente do Jornal da Globo quando cruzamos no corredor onde ficava a redação do Globo Repórter. Ele me parou e disse: “olha, eu quero te cumprimentar porque desde Heron Domingues não aparecia aqui um apresentador como a mesma naturalidade dele”. Heron era o ícone de toda uma geração de telejornalistas e ser comparado a ele era um elogio e tanto que elevou meu ego às alturas. Hoje, honestamente, não sei se foi sincero ou apenas uma frase de efeito com a qual seduzia todos que estavam entrando no império global.

Doutra feita, estava eu no Eng, a sala da técnica que comanda a transmissão dos telejornais, quando alguém me chamou ao telefone. Era o Armando: “Tenho uma boa notícia para lhe dar, a partir de agora você vai passar a ganhar cinco mil cruzeiros por mês”. Entre surpreso e curioso, rebati de primeira: “e o que é que vocês vão querer em troca?” Armando ficou visivelmente decepcionado com minha reação, esperava talvez um emocionado agradecimento de quem ganhava dois mil cruzeiros. Ora, pensei naquele momento, onde já se viu um patrão mais que dobrar o salário do empregado sem um motivo especial? Depois se esclareceu que eu, e todos os demais apresentadores, perdiam ali o status de funcionários da Globo e passavam a Pessoa Jurídica com contrato de firma. Na época uma novidade, hoje uma prática comum no mercado televisivo.

Mas apesar de todas as virtudes de Armando, cantadas em prosa e verso nos depoimentos de personalidades das artes, da política e do jornalismo, não dá pra esquecer que ele esteve à frente do jornalismo mais comprometido do Brasil: o que foi praticado pela Globo durante os anos da ditadura militar. O JN era conhecido como “o porta-voz do regime”. As ordens que emanavam dos governos militares eram obedecidas sem questionamento. Não me lembro, sinceramente, de ter visto por parte dos profissionais da Globo alguma tentativa de desobediência ou de driblar a censura, como fez por exemplo o Jornal do Brasil, que saiu com aquela capa histórica no dia seguinte à decretação do AI-5, 13 de dezembro de 68, iludindo os militares fardados que ocuparam as redações assim que terminou a leitura do ato discricionário.

Eu estava na TV Globo durante o primeiro mandato de Leonel Brizola à frente do governo do Estado do Rio. Entrei em maio de 83, pouco depois da posse do novo governo, e o jornalismo da Globo passava por uma grave crise de credibilidade, com seus repórteres e carros ameaçados nas ruas pela população. Pesava sobre a emissora a acusação de, junto com a Proconsult, empresa contratada pelo TRE para apurar os votos da eleição direta para governador do Estado, em 1982, tentar fraudar o resultado para dar a vitória a Moreira Franco, o candidato do regime militar, apoiado pela família Marinho. Por engano ou má-fé, a emissora divulgava números que não refletiam a verdade da apuração.

Em 1984, no episódio das Diretas Já, onde atuei como narrador em off no comício da Candelária, no Rio, a postura da Globo foi a de ignorar por completo os movimentos populares que cresciam em todo país. Mas não bastava ignorar, era proibido usar a palavra “diretas” em qualquer situação, mesmo como notícia, contra ou a favor. Até que a pressão popular tornou-se irresístivel e a emissora foi obrigada a render-se ao apelo da população brasileira.

Em 1989, no segundo e último debate entre Collor e Lula nos estúdios da TV Bandeirantes, no Morumbi, quando eu tinha acabado de deixar a Globo e estava lá representando a Manchete, observei que Lula estava visivelmente cansado e abatido. Além do esforço da reta final da campanha, ele tinha sido acusado no programa de Collor por uma ex-namorada, Mirian, de tentar convencê-la a abortar uma criança (a filha dele, Lurian). Depois se soube que a estratégia (financeira) de colocar a enfermeira Mirian no foco da mídia a três dias da votação partiu de Leopoldo, o irmão de Collor e muito amigo dos Marinho. A família Collor é dona da emissora que retransmite a programação da Globo em Alagoas. Toda essa lembrança histórica é para dizer que Lula foi mal naquele segundo debate, mesmo assim a Globo, na edição da matéria, destacou os melhores momentos de Collor e os piores de Lula.

Os que têm boa memória hão de se lembrar da severa campanha do Jornal Nacional contra o então ministro da Justiça do governo Figueiredo, Ibrahim Abi-Ackel, que ousou impedir a liberação de uma carga de equipamentos supostamente contrabandeados destinados à TV Globo. Durante várias edições, o JN acusou o ministro de envolvimento no contrabando de pedras preciosas, no qual Abi-Ackel não teve, comprovou-se depois, nenhuma participação. Mas pouca gente lembra disso. É provável até que os jovens executivos da Globo “desconheçam” o fato ou, se souberem, contem uma história diferente.

Armando Nogueira estava à frente do jornalismo em todos esses episódios nebulosos que narrei com absoluta fidelidade. De uma maneira ou de outra compactuou com esse tipo de jornalismo corporativo e subserviente.

Talvez tenha faltado em Armando a coragem de assumir sua responsabilidade como diretor de jornalismo da Globo que notoriamente era o braço da ditadura militar na mídia. Sua memória estaria resgatada para sempre se um dia ele tivesse contado toda a verdade, que apenas cumpria ordens que vinham do oitavo andar, mais precisamente da sala do Doutor Roberto. Armando, como eu e todos os que trabalharam na emissora nos anos de chumbo, fomos cúmplices do regime. Uns por total desinteresse político, outros por opção ideológica, outros ainda por necessidade profissional.

Deixo aqui minha homenagem ao Armando Nogueira, poeta, cronista e escritor de texto sensível. E um adjetivo que ainda não ouvi nos inúmeros depoimentos sobre ele: um sedutor irresistível.

Agora é possível?

Por Nonato Viegas

Depois de dizer, em agosto do ano passado “Lula não fará um sucessor”, Carlos Augusto Montenegro, do Ibope, diz não acreditar “que disse aquilo”, diante do crescimento de Dilma Rousseff (PT) nas pesquisas.

“Veja”, via Oscar Cabral, chegou a dizer que “Montenegro faz uma análise que o consagrará se acertar”. Agora, ao iG, por Tales Faria, diz que “deve haver algum engano [ao que disse]”.

À época, o dono do Ibope, no “Coisas de Política” do “Jornal do Brasil, falou também: “Tudo indica que Dilma Rousseff chegará ao final da campanha com cerca de 15% a 17% dos votos. O favorito continua sendo o governador de São Paulo, José Serra (PSDB)”.

Montenegro continuou: “E, se ninguém mais se projetar, é grande o risco de a eleição ser decidida no primeiro turno. O Ciro Gomes (PSB), por exemplo, sai com 14%, mas pode acabar com 6%, 5%, 4%.”

Leia mais:

Manipulação na pesquisa do Ibope?

Ibope diverge de outros institutos

Diocese de Bento 16 recebe “tsunami” de denúncias

Por Nonato Viegas

A arquidiocese alemã de Munique – que entre 1997 e 1982 foi presidida pelo hoje papa Bento 16 – está recebendo um “tsunami” de denuncias de abuso de menores praticados por membros da igreja, reveleu ontem a chefe da força-tarefa criada para previnir novos casos, Elke Huemmeler.

Diz Huemmeler que são 120 relatos, só nas últimas duas semanas.

Em 1980 um padre foi transferido, com o endosso de Bento 16 – então cardeal Joseph Ratzinger – para Monique, onde trabalharia com crianças, mesmo sendo suspeito de ter comitido abusos na cidade de Essen.

A arquidiocese diz que a decisão foi tomada por um auxiliar.

Os casos em Munique somam-se a diversos outros registrados em países europeus nas últimas semanas. Bento 16 divulga hoje carta aos fiéis na qual pedirá desculpas pelos abusos contra crianças.

Leia mais:

Pedofilia: fim do silêncio do Vaticano?

Pedofilia: fim do silêncio do Vaticano?

(Análise)

Por Catherine Joualt, do Vaticano, para “France Presse”

A “Carta Pastoral” de Bento 16 aos irlandeses – que o Vaticano divulgará no sábado (20) – representa o primeiro documento escrito por um papa sobre a pedofilia e confirma a vontade da igreja, nesta última década, de quebrar a barreira do silêncio, sustentam os vaticanistas.

A política do silêncio, aplicada durante décadas pelo Vaticano, foi acatada inclusive pelo então cardeal Joseph Ratzinger, hoje Bento 16, segundo denúncias da imprensa alemã que o acusam de ter hospedado, em 1980, em sua diocese de Munique, um sacerdote com antecedentes de abusos a crianças, para ser submetido à terapia.

O religioso foi transferido depois a uma paróquia sem que Ratzinger, a maior autoridade local, tenha sido informado, e voltou a transgredir.

O caso ilustra a atitude da hierarquia católica até que explodiram, em 2000, numerosos e graves escândalos de pedofilia nos Estados Unidos.

Em 2001, João Paulo 2º publicou um documento especial, um “motu propio”, qualificando o comportamento de “crime grave”, iniciando, assim, a ruptura com o passado.

O documento papal havia sido elaborado pelo então cardeal e teólogo Joseph Ratzinger, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé.

Entre as medidas adotadas e comunicadas pelo Vaticano estava a de convidar os bispos a afastarem imediatamente os padres denunciados por pedofilia.

“Nos últimos 15 anos vem sendo vivenciada uma verdadeira revolução na igreja”, explicou à AFP o vaticanista Marco Politi.

“A mudança é tão importante, que até o papa, hoje em dia, pede que se denunciem os casos”, acrescentou.

“Bento 16 arremeteu contra o fenômeno desde o início de seu pontificado, em 2005, quando ordenou ao padre mexicano Marcial Maciel, fundador dos Legionários de Cristo, que deixasse as celebrações religosas em público, depois de ter sido alvo de múltiplas acusações por abuso a menores seminaristas”, recorda John Allen, especialista americano em assuntos do Vaticano.

“O pontífice também se encontrou com as vítimas, durante viagens aos Estados Unidos e à Austrália”, destaca.

Casos

Os casos de pedofilia cometidos por padres aumentam a cada dia e afetam vários países e numerosas instituições que educam milhões de jovens em todo o mundo.

O desafio é também financeiro. A igreja americana pagou, em 2008, US$ 436 milhões em indenizações.

“A hierarquia da igreja está consciente, agora, de que não se pode guardar silêncio nem limitar-se a transferir o sacerdote culpado, sob o risco de cometer novas atrocidades”, sustenta outro especialista, Sandro Magister, na revista italiana “L’Espresso”.

Para o bispo italiano de Alessandria, Giuseppe Versaldi, “graças ao rigor” de Bento 16, as conferências episcopais de todo o mundo não temem que cheguem à luz as denúncias, colaborando com as autoridades penais para que os “culpados sejam punidos”.

“A carta aos católicos irlandeses será o primeiro documento oficial de um papa sobre a pedofilia na sociedade contemporânea”, destaca Marco Politi.

Leia mais:

Papa nega ser cúmplica de padres pedófilos

Papa nega ser cúmplice de padres pedófilos

Por Wagner Lemos

O papa Bento 16 admitirá em carta dirigida aos católicos irlandeses erros nas crescentes denúncias de abusos sexuais cometidos por padres. No entanto, negará que a Igreja seja cúmplice.

Bento 16 frisará que o Vaticano sempre condenou esse tipo de comportamento (pedofilia).

De acordo com “O Globo”, há cerca de 400 mil religiosos no mundo. Desses, o Vaticano pesquisou e encontrou cerca de 3 mil casos de padres supostamente envolvidos em escândalos de pedofilia.

A Rádio Vaticana vem abordando o assunto sem censura e sacerdotes também expressam suas revoltas em editoriais.

Leia mais:

Pedofilia: fim do silência do Vaticano?

Veja a lista de políticos com perfil no Twitter

Por Wagner Lemos

Do jornal “O Globo” a lista dos políticos que possuem perfil no Twitter.

Com as eleições, prevê, a utilização da rede na disputa vai crescer de acordo com a preferência do eleitor.

O destaque é a falta do perfil da candidata do PT, Dilma Rousseff.

Confira a lista:

Perfis dos prováveis candidatos à Presidência:

José Serra (PSDB) – @joseserra_

Marina Silva (PV) – @silva_marina

Ciro Gomes (PSB) – @ciroFgomes

Prováveis candidatos ao governo do Rio:

Fernando Gabeira (PV) – @gabeiracombr

Anthony Garotinho (PR) – @ blogdogarotinho

Prováveis candidatos ao governo de São Paulo:

Geraldo Alckmin (PSDB) – @geraldoalckmin_

Paulo Maluf (PP) – @paulosalimmaluf

Paulo Skaf (PSB) – @paulo_skaf

Eduardo Suplicy – @esuplicy

Prováveis candidatos ao governo de Minas Gerais:

Patrus Ananias (PT) – @ MinistroPatrus

Fernando Pimentel (PT) – @pimentelminas

Prováveis candidatos ao governo da Bahia:

Jaques Wagner (PT) – @imprensawagner

Geddel Vieira Lima (PMDB) – @geddel_

Paulo Souto (DEM) – @Paulo_Souto

Prováveis candidatos ao governo do Rio Grande do Sul:

Yeda Crusius (PSDB) – @blogdayeda

Beto Albuquerque (PSB) – @BetoAlbuquerque

Provável candidato ao governo do Distrito Federal:

Cristovam Buarque (PDT) – @Sen_Cristovam

Possíveis candidatos ao governo do Paraná:

Beto Richa (PSDB) – @betoricha

Osmar Dias (PDT) – @osmar_dias

Álvaro Dias (PSDB) – @alvarodias_

Possíveis candidatos ao governo do Ceará:

Cid Gomes (PSB) – @cidfgomes

Tasso Jereissati (PSDB) – @Tassojer

Provável candidato ao governo de Pernambuco:

Humberto Costa (PT) – @humbertocostapt

Prováveis candidatos ao governo de Santa Catarina:

Ângela Amin (PP) – @angelaamin

Eduardo Pinho Moreira (PMDB) – @eduardopmoreira

Provável candidato ao governo de Mato Grosso do Sul:

Zeca do PT – @ZECADOPT

Provável candidato ao governo de Goiás:

Marconi Perillo (PSDB) – @marconiperillo

Provável candidato ao governo do Acre:

Tião Viana (PT) – @tiao_viana

Provável candidato ao governo do Espírito Santo:

Luiz Paulo Velloso Lucas (PSDB) – @lpvellozo

Prováveis candidatos ao Senado:

Aspásia Camargo (PV) – @aspasiacamargo

Aloizio Mercadante (PT) – @Mercadante

Marcelo Crivella (PRB) – @MCrivella

Tasso Jereissati (PSDB) – @Tassojer

Lindberg Farias (PT) – @Lindberg_Farias

Demóstenes Torres (DEM) – @demostenes_go

Efraim Moraes (DEM) – @sen_efraimpb

Agripino Maia (DEM) – @joseagripino

Cesar Maia (DEM) – @CesarMaia_

Rita Camata (PSDB) – @_ritacamata

Benedita da Silva (PT) – @blogdabenedita

Milton Temer (PSOL) – @miltontemer

Atuais deputados estaduais do Rio:

Ademir Melo (PSDB) – @DepAdemirMelo

Alessandro Molon (PT) – @alessandromolon

Altineu Côrtes (PR) – @altineu

André Corrêa (PPS) – @depandrecorrea

André do PV – @andredopv

Armando José (PSB) – @deputadoaj

Audir Santana (PSC) – @DrAudir

Cidinha Campos (PDT) – @cidinhacampos

Comte Bittencourt (PPS) – @ComtePPS

Domingos Brazão (PMDB) – @domingosbrazao

Fernando Gusmão (PC do B) – @DeputadoGusmao

Flávio Bolsonaro (PP) – @FlavioBolsonaro

Gilberto Palmares (PT) – @palmares_rj

João Pedro Figueira (DEM) – @DepJoaoPedro

Jorge Babu (Sem partido) – @jorgebabu

Jorge Picciani (PMDB) – @jorgepicciani

Luiz Paulo Correa da Rocha (PSDB) – @LuizPaulo_dep

Marcelo Freixo (PSOL) – @MarceloFreixo

Marcos Abrahão (PT) – @MAmarcosabrahao

Marcus Vinicius (PTB) – @DepMVinicius

Mário Marques (PSDB) – @DepMarioMarques

Noel de Carvalho (PMDB) – @noeldecarvalhoo

Paulo Melo (PMDB) @PauloMeloAcao

Paulo Ramos (PDT) – @pauloramos

Pedro Augusto (PMDB) – @pedrodatupi

Pedro Fernandes (PMDB) – @DepPFernandes

Roberto Dinamite (PMDB) – @rdinamite10

Rodrigo Dantas (DEM) – @RodrigoDantasRJ

Rogério Cabral (PSB) – @Rogerio_Cabral

Wagner Montes (PDT) – @depwagnermontes